A próxima parada do blog Viaje com a Trip é a Europa, mais especificamente, a Islândia!

Foi pra lá que o nosso franqueado de Brasília, Ricardo Abras, embarcou. Vamos acompanhar o roteiro dele e conhecer um pouco mais desse pequeno país nórdico, mas que guarda muitas curiosidades e uma variedade encantadora em termos de natureza, como gêiseres, glaciares, vulcões e montanhas. Inclusive, por conta desse cenário, a Islândia já serviu de locação para grandes produções de tv e cinema, como os seriados “Game of Thrones” e o filme “Oblivion”. A chegada ao país, em pleno verão europeu, exatamente às 23h30, permitiu apreciar o espetáculo do sol da meia-noite ainda no aeroporto. Impressionante! Tarde da noite, quase madrugada, e ainda existia um resquício de sol, que estava se pondo.

No dia seguinte, a manhã já começou bem: uma linda paisagem na saída de Reykjavik, a capital do país, a caminho do Parque Nacional Pingvellir (Thingvellir), considerado um dos lugares históricos mais importantes do país. Era aí que funcionou durante séculos o parlamento islandês, onde se proclamavam as leis e ocorriam os julgamentos criminais. Foi também neste parque que a independência do país foi declarada. Hoje, o local é Patrimônio da Humanidade.

Thingvellir faz parte do circuito turístico a que os islandeses chamam de rota dourada. Com uma paisagem espetacular, tem extensas zonas verdes, lagos, zonas para caminhadas e mesas para piqueniques.

É ainda o local onde as placas tectônicas da Europa e América se encontram e onde é literalmente possível colocar um pé em cada continente.

Veja mais das belezas do parque nas fotos abaixo:

A Beleza de Haukadakur

Depois foi a vez de pegar o carro e dirigir até Haukadalur, uma importante região viking. É lá que se encontram os famosos gêiseres islandeses, área cheia de fontes quentes, fendas com fumaça saindo, lama colorida em várias cores minerais, piscinas naturais cor de turquesa. O acesso ao local é sempre livre.

Em Haukadalur, a nossa equipe foi visitar os principais gêiseres locais:  o Geysir (de onde deriva a palavra gêiser) e Strokkur.

O Geysir (leia “guei-sir”), no passado, entrava em erupção a uma altura de até 80 metros, mas hoje, é somente uma chaminé calma, ocasionalmente com alguns barulhos e água borbulhantes. Isso aconteceu porque pedras e sabão foram atirados dentro dele para fazê-lo entrar em erupção na hora que as pessoas queriam – o que só acelerou seu retrocesso.  Felizmente o Strokkur (A Batedeira), outro gêiser a poucos metros do Geysir, espirra muita água fervente a cada 5 minutos, mais ou menos. Cada erupção varia em tamanho, atingindo até 35 metros. Então, espere para ver duas ou três vezes.

 

A explosão de água quente do geyser Strokkur

Em seguida, a visita foi para a impressionante maravilha da natureza: a Cascata Gullfoss. Gullfoss significa “Cachoeira de Ouro” e não à toa que é a mais conhecida e visitada do país. É mesmo deslumbrante! Quando há sol, é sempre possível ver um arco-íris entre as quedas d’água; já durante o inverno, as cachoeiras se espremem entre bonitas formações de gelo.

No início do século XX, essa cachoeira quase foi submersa por uma represa hidroelétrica. Isso só não aconteceu porque a filha do dono da propriedade, Sigríður Tómasdóttir, ameaçou se jogar da cachoeira caso o projeto continuasse. A justiça, na época, decidiu contra ela, mas a companhia acabou cedendo à pressão pública e como consequência, o contrato expirou. Ainda bem!

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