A parada de hoje foi em Laufskálavarda para fazer o montinho de pedras – uma tradição entre os viajantes. Em 1783, Laufskálavarda era uma granja e foi completamente destruída por uma erupção vulcânica que durou oito meses e matou 20% da população. Desde então, surgiu esse hábito entre os passageiros da região: e colocar uma pedra em um dos túmulos para dar boa sorte. E segue assim até hoje.

Em seguida, foi a vez de visitar o Skaftafell National Park. São três grandes atrações neste parque. A primeira delas é a Vatnajoekull, simplesmente a maior geleira da Europa em volume.

Há uma trilha de cerca de 40 minutos para chegar até perto dela. E vale a pena! Quem gosta de assistir a série de tv, vai reconhecer a paisagem. As cenas da muralha de Game Of Thrones, são gravadas por lá.

E para quem se interessar, é possível fazer uma caminhada sobre a geleira, mas apenas com o acompanhamento de um guia. É só agendar um grupo para portaria do parque.

Outra atração do parque é a pitoresca cachoeira de Svatifoss. A trilha para se chegar até ela não é longa e dura uns 30 minutos. Até por isso, é uma das mais concorridas entre os turistas que visitam o Skaftafell.

Svatifoss não se destaca pela altura da queda d’água e nem pelo volume, principalmente se comparada com outras cachoeiras do país, mas pela beleza geológica de seu visual. Tubos hexagonais de rocha negra compõe o cenário, resultado da formação vulcânica onde a lava quente se esfriou rapidamente em contato com o ar gelado da Islândia. Soma-se a isso a erosão gradual causada pela água e pela diferença de temperatura entre dias e noites, entre verões e invernos, e temos esse resultado inusitado e pitoresco, uma verdadeira catedral natural.

Mas, o dia não acabou por aí! Logo após, a nossa equipe foi conhecer a lagoa glacial Jökulsárlon, nada mais do que um lago que surgiu pelo derretimento da geleira Vatnajoekull e que vem crescendo. Para os que não conhecem, Jökulsárlón foi cenário de filmes como Tomb Raider e Batman Begins.

A lagoa também está localizada no Parque Nacional Vatnajokull e é alimentada pelos enormes blocos de gelo que se desprendem do glaciar e flutuam (icebergs) até encontrarem o canal que os leva ao mar. A paisagem é deslumbrante! E, com sorte, ainda da para avistar algumas as focas que habitam a região.

A lagoa tem uma pequena correnteza que vai levando todos esses blocos até o oceano. Só que para ficar ainda mais incrível, a saída dessa lagoa é bem estreita, então só blocos pequenos conseguem sair. Os grandes ficam dias e dias flutuando até derreterem o suficiente para passarem. O resultado é uma lagoa cheia de icebergs! Imperdível!

Bom, no último dia desta incrível viagem o programa foi descansar um pouco e passear pela cidade de Reykjavík.

A primeira parada foi para conhecer a Hallgrímskirkja, ou Igreja de Hallgrímur, que é uma igreja luterana da Islândia. A Igreja tem 74,5 metros de altura, e é a maior igreja da Islândia, inaugurada em 1986. O seu design foi projetado para imitar o movimento da lava de um vulcão. Em as suas partes mais altas, acima do seu campanário, pode ser visitada e oferece uma vista esplêndida da cidade.

Logo em seguida foi a vez de passear pela Laugavegur conhecida por ser a principal rua comercial de Reykjavik com várias lojas e bons restaurantes.

De lá caminhamos para a orla de cidade em direção ao Solfar Sun Voyager, uma linda escultara do artista Jón Gunnar que é uma ode ao Sol, a exploração e a liberdade.

No final da orla está o incrível prédio do Auditório de Concertos Harpa. As fachadas de vidro do Harpa são o resultado de uma colaboração única entre renomados artistas e o arquiteto Henning Larsen. O projeto é baseado em um princípio geométrico que lembram as pedras em formato hexagonal tão características do país.

De lá partimos para um final de tarde relaxante na Lagoa Azul com suas águas termais com temperatura que varia entre 37°C e 39°C, rica em sílica e em outros compostos minerais, que alguns acreditam possuírem efeitos medicinais e anti-idade.

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