gabiericoAloha! A Trip4u Viagens junto com a lenda do Surf Rico de Souza estão no Hawaii para uma experiência inesquecível. Neste blog você ficará por dentro de todas as dicas e curiosidades deste lugar paradisíaco e exuberante.

Estamos na região de Waikiki, no condado de Honolulu, ilha de Olhau. Waikiki é uma ótima escolha para viajantes interessados em surf, praias e relaxamento. É um famoso bairro onde concentra-se noventa por cento dos hotéis da capital, com uma vida noturna bastante ativa. A praia de Waikiki é uma das preferidas pelos surfistas amadores, com sua areia branca, coqueiros e águas cristalinas, com ondas que podem alcançar até nove metros nessa época do ano.

Sunrise at Waikiki Beach, Hawaii

Sunrise at Waikiki Beach, Hawaii

Nesta primeira parte da viagem escolhemos ficar hospedados no Hotel Sheraton Waikiki, praticamente dentro do mar, estrategicamente localizado numa região linda, com uma vista deslumbrante, com muitas lojas e com uma arquitetura peculiar do Hawaii. O hotel oferece spa, estacionamento, cabeleireiros, WiFi gratuito e até uma foto ( que esta incluída no pacote ).

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Sheraton Waikiki

Depois de um dia de descanso a nossa “trip” partiu para Sunset Beach na região de Waleiwa, onde presenciamos a prova da tríplice coroa do Mundial de Surf, o vencedor da bateria foi o Sul-Africano Jordy Smith.

northshoreNorth Shore / Haleiwa –  Conhecemos esta cidadezinha histórica de North Shore, com uns restaurantes pequenininhos simpáticos e deliciosos como o Haleiwa Eats (tailandês maravilhoso), Haleiwa Joe’s (carnes e frutos do mar), Jameson by the Sea (carnes e frutos do mar), Waialua Bakery (sanduíches naturais gostosos e sucos de frutas). Lojinhas bonitinhas (incluindo de material de mergulho e surf, com preços bem decentes), e uma praia simpática, depois do pier (de onde saem os passeios de barco pra ver os tubarões e baleias). No North Shore comece visitando Haleiwa, considerada a primeira surf town do mundo. Os prédios são a maioria antigos, um estilo meio velho oeste americano. Do McDonald’s ao correio, tudo no mesmo estilo, uma graça.

kalakauaAvenida Kalakaua Além das belezas naturais e das praias, o Hawaii é um grande centro comercial. Podemos aproveitar para caminhar pela avenida Kalakaua considerada a Beverly Hills do Hawaii , onde encontramos inúmeras lojas de grifes e estilistas luxuosos, ali concentram-se também as mais famosas marcas de surf do mundo todo, para os amantes da culinária local existem deliciosos bares e restaurantes que rendem no mínimo um período de boa distração.

 

 

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Duke Kahanamoku Statue

 

Tivemos a felicidade de visitar a estátua de Duke Kahanamoku, que foi um nadador havaiano que ficou conhecido mundialmente como “pai do surf”, apontado como um dos idealizadores do surf moderno, que carregou a bandeira havaiana pelo mundo.

Como uma breve introdução das façanhas do “watermen”, Duke participou dos Jogos Olímpicos de Estocolmo, em 1912, onde começou sua trajetória de glórias. Suas conquistas continuaram durante a 1ª Guerra Mundial e foram testadas mais uma vez nos jogos Olímpicos de 1920 (Antuérpia) e 1924 (Paris). No total, Duke conquistou quatro medalhas olímpicas, sendo duas delas de ouro, e entrou para a história do esporte olímpico.

Duke, o surf e seu ato de cavalgar sobre as ondas do mar, ganhou luz na praia de Waikiki, na ilha de Oahu. Referência principal na história de valorização das tradições surfísticas polinésias havaianas, Duke é visto como o transformador do arquipélago na Meca do surf mundial.

Antes de falecer em 1968, Duke estrelou no cinema e ganhou o “mainstrem” da época. Por causa do ídolo de gerações, o surf se espalhou pelo mundo e se tornou um dos esportes com prancha mais praticado ao redor do planeta.

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Diamond head, Hawaii

 

Diamond Head é um fantástico cone de vulcão localizado em Honolulu, na ilha havaiana de Oahu, tem como característica marcante o ponto de vista extraordinário a partir do topo e a visão de seu cone vulcânico bem formado, a partir de vista aérea.Parte dele serve como uma plataforma para antenas usadas pelo governo dos EUA e está fechado ao público, e ao redor do cone se espalham edifícios da praia de Honolulu.

É uma caminhada puxada. O trecho de ida e volta dura entre uma hora e meia a duas horas. Tem muito degrau, muita subida, mas o que mata mesmo é o sol. Por isso, recomendo que você visite Diamond Head o mais cedo possível, pois o sol não estará tão forte.Uma caminhada de 1,1 km leva até a borda da cratera. A trilha é pavimentada com rocha irregular, com escadarias, túneis e plataforma de observação.

O vulcão é um símbolo do reconhecimento mundial das ilhas havaianas. Muitas lembranças do Havaí e logos de loja de surf em todo o mundo carregam a silhueta instintiva do vulcão.A cratera recebeu esse nome no século 19, quando marinheiros britânicos pensaram ter descoberto diamantes no local, que nada mais eram do que cristais sem valor.

Hoje, o local é popular para caminhadas e um dos lugares preferidos para se ter uma bela vista da costa sul de Oahu, vista do oceano, de Waikiki e boa parte de Honolulu.

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Museu de Pearl Harbor é uma grande oportunidade para conhecer um pouco da história recente das ilhas havaianas, que foram disputadas por americanos e japoneses ao longo dos anos de guerra. O lugar é mais um complexo histórico do que um museu, com diversas opções de tours e atrações. Antes de ser utilizado como base militar pela marinha-norte americana, Pearl Harbor era uma baía pouco profunda chamada pelos havaianos de Wai Momi, o que significa “águas perolizadas” no idioma nativo.

Atualmente grande parte da base naval é considerada como um ponto de interesse histórico, sendo que foi instalado um memorial sobre os destroços remanescentes do navio USS Arizona. Neste memorial, há uma passarela com chão transparente que permite aos visitantes a visualização de diversos pontos da embarcação. Também é possível notar que mesmo sete décadas após o ataque, o óleo armazenado nos tanques do navio continua fluindo até a superfície, deixando uma leve mancha sobre a água.

O memorial foi estabelecido no local em 1962 e homenageia os 1.102 marinheiros e 1.177 fuzileiros navais que foram mortos no local     ( toda a historia é mostrada em vídeo previamente). O memorial não é muito grande, entretanto é muito emblemático.

No fim da visita passamos pelos sobreviventes, eles conversam, contam onde estavam, o que viveram e como se recuperaram, uma super experiência que vale a pena visitar!

 

Até o próximo post…

 

 

 

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