Vinhos em Portugal

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Experimente Portugal através dos melhores vinhos

Viaje por paisagens inesquecíveis. Contate grandes protagonistas do vinho e da gastronomia. Tudo com recomendação elevada da revista WINE – A Essência do Vinho.

O programa delineado pretende ilustrar boa parte do que de melhor, em matéria de enoturismo, as regiões dos Vinhos Verdes e do Douro podem oferecer, em que se junta a cidade do Porto e as caves de Vinho do Porto.

Conheça os produtores:

 

QUINTA DE SANTIAGO

Construída em 1899, pertenceu aos ascendentes de Maria de Lima Esteves Santiago e mantém-se até hoje na posse dos seus descendentes. Situada em Monção, Vila Raiana Portuguesa, na Sub-Região de Monção e Melgaço, a propriedade tem 9 hectares, dos quais 6 plantados com vinha. Durante cerca de 100 anos, a Quinta de Santiago teve como principal atividade a produção de vinhos, azeite, tremoço, cereais, fruta, etc., para consumo próprio.

Em 2009, pela mão do neto e bisnetos do inicial proprietário e com a tradição secular de produção de vinhos, a família decidiu dedicar a sua vida à atividade de produção, engarrafamento e comercialização de vinhos com marca própria. Foi nesse mesmo ano, que se iniciou uma profunda reestruturação das vinhas, tendo como objetivos primordiais a produção da monocasta Alvarinho e a utilização de sistemas de plantação e condução que permitissem um melhor desenvolvimento vegetativo.

As novas parreiras foram plantadas em áreas claramente definidas, rompendo com a tradição de misturar diferentes castas. Com a homogeneização dos tempos de tratamento, maturação e colheita, a melhoria da eficácia dos processos é evidente, traduzindo-se numa produção de qualidade muito mais constante e controlável, e economicamente mais eficaz.

A antiga Adega situada por baixo da casa serve hoje de cenário a almoços gastronômicos e degustações pelos visitantes. A nova adega, cuja construção se inicia já em 2013, e com conclusão no fim de 2014, alia a mais avançada tecnologia com uma arquitetura de grande qualidade, o que a torna num dos lugares a visitar.

 

QUINTA DO SOALHEIRO E QUINTA DE FOLGA

Os vinhos Soalheiro estão entre os melhores vinhos brancos portugueses. Localizada em Melgaço (o ponto mais Norte de Portugal), a Quinta do Soalheiro está protegida por um conjunto de serras que criam as condições de pluviosidade, temperatura e horas de sol necessárias à melhor maturação das uvas da casta Alvarinho.

O microclima muito particular desta região aliado a uma excelente exposição solar levaram a que João António Cerdeira plantasse, em 1974, a primeira parreira contínua de Alvarinho e criasse, em 1982, a primeira marca de Alvarinho de Melgaço – Soalheiro.

As uvas de Alvarinho utilizadas no Soalheiro clássico são provenientes de diversas vinhas de pequena dimensão implantadas em solo de origem granítica entre os 100 e os 200 metros de altitude e localizadas em microclima muito particular no concelho de Melgaço – está protegida por um conjunto de serras que permitem um casamento perfeito entre a pluviosidade, a temperatura e o número de horas de sol necessários à melhor maturação das uvas da casta Alvarinho.

Esta boa exposição solar – local soalheiro – deu também o nome à parcela que esteve na origem da marca. Uma área significativa das vinhas utilizadas no Soalheiro Clássico provém da Quinta de Soalheiro que se encontra na sua totalidade em modo de produção biológico promovendo a biodiversidade da fauna e flora local. É exclusivamente destas vinhas que nascem as uvas que vão dar origem ao Soalheiro Primeiras Vinhas e ao Soalheiro Reserva. A Quinta de Soalheiro e a Quinta de Folga são dois projetos familiares pioneiros, o primeiro na utilização da casta Alvarinho e o segundo na redescoberta do fumeiro de porco Bísaro no concelho de Melgaço, dispondo de uma unidade de enoturismo com possibilidade de organização de provas e degustações.

 

PACO DE CALHEIROS

O Paço de Calheiros traz 700 anos de vivência de uma família, num lugar e num espaço. O solar, os jardins, as matas e as vinhas, tudo combina perfeitamente na arte de bem receber no Alto Minho. Francisco Calheiros, Conde de Calheiros, recebe a hospitalidade típica das nobres casas do Minho.

O solar está localizado numa das encostas que circundam o vale. A vista é deslumbrante, com a vila de Ponte de Lima e o Rio Lima ao fundo, e a cidade de Viana do Castelo e o mar no horizonte. Está classificado como património de interesse público e os seus jardins como “Jardins Históricos”.

O solar teve há alguns anos obras de recuperação com o objetivo não apenas a valorização do edifício, mas também abrir portas ao turismo, em 1985 com conforto e elegância. Esta casa nobre caracteriza-se por tetos e soalhos de madeira, retratos que marcam outra épocas e impressionáveis lustres de lágrimas. Outros elementos decorativos incluem tapeçarias, livros, loiças, pratas e cristais antigos.

No exterior destaca-se uma magnífica vereda de magnólias que dá acesso ao paço e vislumbram-se os jardins senhoriais que se desenvolvem em diversos patamares. Um bonito chafariz, uma fonte com um pequeno tanque em granito, a capela com um valioso altar barroco e a escada exterior completam um quadro inigualável.

 

QUINTA DO VALLADO

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Construída em 1716, é uma das quintas mais antigas e famosas do Vale do Douro. Pertenceu à lendária Dona Antônia Adelaide Ferreira e mantém-se até hoje na posse dos descendentes. Situa-se nas margens do Rio Corgo, um afluente do Rio Douro, mesmo junto à foz, perto da localidade de Peso da Régua.

Durante cerca de 200 anos, a Quinta do Vallado teve como principal atividade a produção de vinhos do Porto, comercializados posteriormente pela Casa Ferreira (que pertencia à família). Depois de Dona Antónia Adelaide Ferreira, foram o bisneto – Jorge Viterbo Ferreira e trisneto – Jorge Cabral Ferreira, os responsáveis pelo grande desenvolvimento e crescimento da Quinta.

Em 1993, já sob a direção de Guilherme Álvares Ribeiro e mulher, Maria Antónia Ferreira, a empresa decidiu alargar atividade à produção, engarrafamento e comercialização de vinhos com marca própria. Foi nesse mesmo ano que se iniciou uma profunda reestruturação das vinhas, tendo como objetivos primordiais a produção de castas de grande qualidade, e a utilização de sistemas de plantação e condução que permitissem um melhor desenvolvimento vegetativo.

As novas vinhas foram plantadas em áreas claramente definidas. Outro fator determinante nos novos métodos é a análise geral à produção, que permite a eliminação, em verde, dos cachos considerados excedentes de algumas castas, contribuindo para o enriquecimento da qualidade da restante produção.

Hoje, com 50 hectares a de vinha com idade entre 11 a 18 anos, compensada por 20 hectares a das melhores parcelas de vinha com mais de 80 anos, a Quinta do Vallado e os seus responsáveis, João Ferreira Álvares Ribeiro, Francisco Ferreira (responsável pela gestão agrícola) e Francisco Olazabal (enólogo), todos tetranetos de Dona Antônia, alcançaram já um patamar muito elevado, reconhecido por várias instâncias nacionais e internacionais, incluindo publicações como a norte-americana “Wine Spectator”.

Recentemente, a Quinta do Vallado construiu também um hotel e remodelou a adega. É um dos membros do conhecido grupo “Douro Boys”.

 

QUINTA DO CRASTO

As primeiras referências conhecidas da Quinta do Crasto datam de 1615, tendo sido posteriormente incluída na primeira Feitoria, juntamente com as quintas mais importantes do Douro. Um marco pombalino datado de 1758 pode ser visto.

Logo no início do século XX, a Quinta do Crasto foi adquirida por Constantino de Almeida, fundador da casa de vinhos Constantino. Em 1923, após a morte de Constantino de Almeida, o filho, Fernando de Almeida, manteve-se à frente da gestão, dando continuidade à produção de Vinho do Porto da mais alta qualidade.

Em 1981, Leonor Roquette (filha de Fernando de Almeida) e o marido, Jorge Roquette, assumiram a maioria do capital e a gestão da propriedade e, com a ajuda dos filhos Miguel e Tomás, deram início ao processo de remodelação e extensão das vinhas, bem como ao projeto de produção de vinhos Douro DOC, pelos quais a Quinta do Crasto é hoje amplamente conhecida.

É uma propriedade com cerca de 130 hectares, dos quais 70 são ocupados por vinhas. Fazem também parte do património da empresa a Quinta do Querindelo, com 10 hectares de Vinha Velha, e a Quinta da Cabreira, no Douro Superior, com 114 hectares de vinha.

Os importantes investimentos realizados nos últimos anos permitiram modernizar as vinhas e as instalações da vinícola. Isto tem assegurado a produção de vinhos de elevada qualidade, tais como os vinhos Crasto, Crasto Superior e Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas; os vinhos monovarietais Quinta do Crasto Tinta Roriz e Quinta do Crasto Touriga Nacional, os vinhos monovinha Quinta do Crasto Vinha da Ponte e Quinta do Crasto Vinha Maria Teresa, assim como também vinhos do Porto de categorias especiais Finest Reserve, LBV e Vintage.

Na Quinta do Crasto utilizamos as mais avançadas tecnologias de vinificação, conjugadas com o tradicional método de pisa a pé em lagares. A concretização de todos os investimentos, associada à paixão que é colocada na elaboração dos vinhos, levou ao reconhecimento da Quinta do Crasto no panorama vinícola nacional e internacional. Integra o agrupamento “Douro Boys” e é das propriedades com vinhos Douro mais bem pontuados pela “Wine Spectator”.

 

PORTO FERREIRA

Referenciada desde 1751, Ferreira é um nome ligado ao vinho do Porto e ao Douro. O patriarca da família Ferreira – já então dono de vinhas em áreas posteriormente integradas na Região Demarcada do Douro – iniciou atividade comercial em meados do século XVIII. No entanto, as fundações da empresa resultariam da ação dos seus netos, José Bernardo e António Bernardo, no início do século XIX, ao aumentarem consideravelmente o patrimônio agrícola que tinham herdado.

O casamento entre os descendentes, os primos António Bernardo II e Antônia Adelaide viria consolidar, na geração seguinte, um patrimônio único e a marcar de forma indelével o futuro da Ferreira.

Duas vezes viúva, Dona Antônia não se limitou a gerir uma herança. Aos 33 anos assumiu os negócios da empresa, que fortaleceu e aumentou graças ao espírito empreendedor e carisma, ainda hoje referência e memória de bem-fazer em Portugal. Dotada de uma energia excecional e de um raro talento comercial, conseguiu dar um grande impulso à viticultura no Douro e desenvolver uma notória atividade de assistência social na região. A inteligência e bondade conquistaram a calorosa admiração dos contemporâneos, que carinhosamente lhe chamavam a “Ferreirinha”.

Com a morte, a empresa passou a sociedade por quotas e iniciou-se uma nova fase de adequação e expansão às necessidades dos tempos, sempre mantendo os seus valores essenciais – as raízes de qualidade com um patrimônio único de quintas no Douro, apoiadas pelos melhores métodos enológicos, apresentando vinhos de excelência sob uma marca forte. Estes valores trouxeram a Ferreira até aos nossos dias e foram instrumentais na criação de vinhos como o mítico Barca Velha, nos anos 50, do século XX.

A aquisição da secular Ferreira, em 1987 permitiu à Sogrape Vinhos passar a deter de imediato a liderança do mercado nacional de Vinhos do Porto, isto para além de acolher no portifólio algumas das mais prestigiadas marcas de vinho de mesa do Douro e de enriquecer o patrimônio com um conjunto das mais importantes propriedades da Região Demarcada do Douro, casos das quintas da Leda, do Porto e do Caedo. A Sogrape Vinhos soube pois respeitar e incrementar o legado patrimonial, histórico e cultural da Ferreira: a articulação entre a produção e o comércio, o entendimento da tradição como fator de modernidade, a aposta na qualidade como suporte do prestígio da marca.

Hoje, passados mais de 250 anos, Ferreira é uma referência em Vinhos do Porto e Douro.

 

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