Foto: Divulgação

Por Jornal Turismo&Eventos

Que tal embarcar para a Índia e conhecer alguns dos mais belos templos da Terra e mergulhar em uma das culturas mais fascinantes do mundo? Esta é a proposta da Uniworld, a mais premiada linha de cruzeiros fluviais de luxo do mercado que opera exclusivamente com luxuosos navios-boutique e integra o grupo The Travel Corporation, que sugere um cruzeiro de 13 dias, o “India’s Golden Triangle & The Sacred Ganges”, a bordo do Ganges Voyager II, embarcação com design magnífico e decoração inspirada nas cores do país asiático e é composto apenas por suítes.

A viagem pela ex-colônia inglesa, cuja civilização abrange um período de mais de 4 mil anos e testemunhou a fusão de vários costumes e tradições resultando em uma variedade caleidoscópica e um rico patrimônio cultural, começa por Nova Délhi, onde, ao desembarcarem no aeroporto, os passageiros são conduzidos ao Hotel Oberoi, um dos endereços mais sofisticados da cidade. Na capital indiana, a dica é percorrer a parte antiga dessaefervescente e colorida cidade habitada há 2.500 anos, além de suas belas mesquitas, o túmulo de Humayun (o mais antigo mausoléu da cidade) e Raj Ghat, onde estão depositadas as cinzas de Mahtama Gandhi.

No terceiro dia ocorre o transfer para a aguardada Agra, que acolhe um dos patrimônios da Humanidade mais fotografados do planeta, o Taj Mahal, palácio sepulcral erguido pelo imperador Shan Jahan em homenagem à sua mulher, Aryumand Banu Begam. A construção desse mausoléu, que utiliza diferentes tonalidades de mármore, impressiona pela delicadeza e beleza das formas, que podem ser admiradas, durante a estada, em dois momentos: ao amanhecer e no entardecer. O antigo Forte Vermelho, que impacta por sua suntuosidade, também não fica de fora do ângulo de enquadramento dos turistas.

Já no Rajastão, Jaipur, a Cidade Rosa, ocorre visita ao City Palace, um marco arquitetônico repleto de arte e inclui dois palácios: Chandra Mahal e MubarakMahal. Vale destacar que o primeiro deles ainda é residência da família real local. Outra atração é o Jantar Mantar, um secular observatório astrológico ainda hoje utilizado por astrônomos.

Ainda com a sensação de encantamento vivenciada no Rajastão, os passageiros pegam um voo para Calcutá, a segunda cidade indiana mais populosa, onde é iniciada a navegação pelas águas sagradas do Ganges. Antes disso, a dica é conhecer a antiga residência onde madre Teresa viveu e criou sua congregação religiosa, além do legado colonial herdado da presença britânica.

Na sequência do cruzeiro, paradas em Kalna (conhecida como Cidade dos Templos que abriga mais de 108 construções religiosas dedicadas a Shiva), Matiari (com demonstração de fabricação de utensílios artesanais em cobre), Mayapur (local de nascimento do fundador do movimento Hare Krishna e seu colossal templo védico), Bandel e Chandannagar, esta última uma ex-colônia francesa por 275 anos. Para os que desejarem prolongar a viagem, ainda é oferecido um tour opcional até Varanasi, outra sagrada cidade indiana à beira do Ganges.

Uma das melhores épocas para fazer o “India’s Golden Triangle & The Sacred Ganges” é entre o fim de outubro (final de outono no país) e até meados de abril, quando as temperaturas são menos quentes e não chove diariamente (as chamadas monções do verão).

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